16/06/2016

Um chá com... Michele Santiago | A tea with... Michele Santiago

Quando decidimos criar o blogue queríamos que ele fosse dinâmico e que fosse um meio para partilhar experiências. Por isso decidimos convidar algumas pessoas para nos falarem sobre a sua experiência com o babywearing. Todos os meses iremos apresentar uma entrevista. 

A primeira entrevista foi feita à Michele Santiago, uma mulher e mãe fantástica. Nossa amiga e companheira de viagem neste mundo do Babywearing, e com quem não paramos de aprender.


1. Já planeavas carregar a tua bebé, durante a gravidez?

R.: Pesquisei muito durante a gravidez sobre diversos assuntos, em especial porque planeava o parto em casa. Quando descobri a teoria de exterogestação e os benefícios ao manter o bebé sempre em contato comigo, tive certeza que ia fazer babywearing. Mas claro, planeava fazer pele com pele por 3 meses, e as coisas não correram assim.

2. O que adoras no babywearing?

R.: Há muitas coisas que adoro. A conveniência, sentir o cheiro da minha filha, saber que ela está a vivenciar o mundo de forma mais ativa. Subir e descer escadas e caminhar pelas ruas sem arrastar um carrinho também é muito bom!

3. Qual é o comentário que ouves com mais frequência, enquanto passeias pela cidade com a tua bebé no pano?

R.: “Ela tá muito tapada” ou “ela tem calor, tira-a”. No supermercado já uma senhora achou que eu a tapava demais (era recém nascida e dormia, então cobri ligeiramente os olhos por conta da luz) e simplesmente tirou o pano da cara da minha filha. Sem licença, sem perguntar, simplesmente tirou.

4. Quantos porta-bebés tens? Quais utilizas mais?

R.: Hoje tenho 3 panos e 3 slings de argolas, mais uma Tula e uma Connecta. Já cheguei a ter 20 panos e slings. Como estamos em viagem, trouxemos apenas as mochilas e 2 slings. Para passeios, preferimos as mochilas porque se eu quiser que o pai carregue na volta, ele só usa mochilas, assim conseguimos alternar. Para as sonecas em casa, prefiro o sling de argolas, é muito fácil transferir a bebé para a cama assim. Acabei por comprar um pano, que está à minha espera para o mês, porque prefiro para portes às costas.

5. O que dirias a alguém que está a pensar experimentar o babywearing?

R.: Venha e eu te ajudo!

6. Queres partilhar connosco a tua foto preferida para partilharmos no nosso blogue.

R.: Partilho várias fotos a fazer babywearing no Instagram 
A minha favorita no momento é esta.


Muito obrigada pela tua disponibilidade em nos ajudares a mostrar o babywearing.








When we have decided to create a blog, we wanted it to be dinamic, and a mean to share experiences. So we have decided to invite some people to tell us about their experience with babywearing. We will be presenting an enterview a month.

Our first interviewed is Michele Santiago, a fantastic woman and mother. Our friend and traveling companion in this Babywearing world, and with whom we do not stop learning!

1. Did you plan to carry your baby, during your pregnancy?

A.: During pregnancy, I did a lot of research about several matters, specially because I was planing a home birth. When I found the theory about exterogestation and the benefits of keeping the baby close to me, I was sure I was going to babywear. But I also made plans to do skin on skin for 3 months, and things didn't work out that way. 

2. What do you love on babywearing?

A.: There are many things I love. The convenience, smelling my daughter, knowing that she is experiencing the world in a more active way. Going up and down the stairs and walking on the streets without having to push a stroller is also great! 

3. Which comment you hear the most when you babywear

A.: “She´s too covered” or “she´s feeling hot, take her out”. In the supermarket a lady has thought I was covering her too much (still was a newborn and was asleep, so I covered her slightly because of the light) e she just took the wrap out of my daughter's face. Without excuses, without asking, she just pulled it off. 

4. How many carriers do you have? Which are the ones you use the most?

A.: Today I have 3 wovens and 3 ring slings, plus a Tula and a Connecta. I already had 20 wovens ans slings. But we are currently traveling, we only brought with us the soft structured carriers and 2 slings. We prefer the soft structured carriers for walks because if I want dad to carry back home, he only wears soft structured carriers, and we can rotate. For naps at home, I prefer ring slings, because it gets easier to transfer the baby into bed. I just bought another woven, it will be waiting for me next month, because I prefer for back carries.  

5. What would you say to someone who is thinking about trying on babywearing? 

A.: Come, I´ll help you! 

6. Do you want to share with us your favorite photo for our blog? 

A.: I share several babywearing photos on Instagram 
Currently, this is my favorite one.


Thank you so much for your availability on showing us how you babywear.

15/06/2016

Está a olhar para as mamas? | Are you staring at my boobs?

Devido à minha profissão sempre me preocupei com as acessibilidades. Em todos os meus projectos preocupo-me em tornar a circulação mais fácil para as pessoas com mobilidade reduzida. 

Mas só quando tive que conduzir o carrinho pelas ruas da minha terra é que percebi claramente a dificuldade de circular. Existem cidades melhor preparadas e ainda bem. Mas o local onde eu vivo não tem um único passeio com lancil rebaixado. Sair de casa torna-se uma tarefa desgastante. 

Quando grávida preocupei-me em comprar um carrinho todo o terreno para conseguir superar os obstáculos. Mas não consegui habituar-me. 

Mas o que mais me incomoda nos carrinhos de bebé é a distância a que eles ficam de nós. Qualquer pessoa facilmente chega ao pé deles, enfia lá a cabeça e quer logo dar festas e abraços. Apesar de não ter nada contra manifestações de carinho não gosto que pessoas estranhas o façam ao meu bebé desprotegido. Já para não falar na quantidade de vezes que as pessoas acertam nas crianças com carteiras e sacos de compras porque eles circulam a uma altura inferior à visão dos adultos. 

Quando descobri o babywearing  deixei de ter esse problema. Nada de beijos e festinhas indesejadas já que ninguém se atreve a meter a cabeça ao pé das nossas mamas.


In my job, one of my major concerns is accessibility. In all my projects I worry about how people with disabilities can move easier.

But it was only when I had to push a stroller in the street that I actually realized how difficult it is to get around. There are better cities to move, but not where I live. Going out became quite challenging.

When I was pregnant, I bought an "off-road" stroller, but I still couldn't get used to it.

What bothers me the most in strollers is the distance between us and the baby and the easy access for strangers to feel free to touch the baby. It feels very unprotected to me.

But I didn't have to worry any longer as soon as I found out babywearing. No undesired touching and kissing from strangers. No one dares to stick their head in our boobs.    



13/06/2016

Põe um sling! | Put a sling on it!

Durante muito tempo, não fui grande fã de slings de argolas...

Não me entendam mal, usei muito nos primeiros meses mas assim que o miúdo ultrapassou a barreira dos 9 kg, o uso tornou-se algo desconfortável (diga-se que o apoio num só ombro, com duas hérnias discais, não era nada amigo da minha boa postura).

Usei e experimentei muita coisa mas de tudo o que já usei, deixou marca um sling tecido à mão da marca Bonny Baby (emprestado por uma generosa amiga). Esse sling deu-me esperanças de um dia voltar a encontrar algo confortável e resistente o suficiente para transportar o meu bebé indeciso, que mal pediu para subir e já está a pedir para descer.




Recebi há pouco o sling 1bigo e não tenho conseguido usar muito mais para além disso.
É tão fresco, resistente e prático que a panoholic em mim começa a pensar vender um pano ou dois e comprar 2 slings de argolas "à séria".





Este é 100% linho de dupla face, com 0,75m por 1,90m desde a costura das argolas (de alumínio injetado em tamanho L) até à ponta mais curta. O ombro está costurado em estilo gathered, que é o que prefiro, mas com um ombro pleated também resultaria muito bem.

Agora com estes dias de calor, gostamos mais portes à anca, onde o contacto corporal é mais pequeno e a própria posição dos corpos nos permite uma circulação de ar melhor e maior, mas dois corpos juntos aquecem e quanto a isso não há muito a fazer.




Este é o nosso porte favorito com um sling de argolas:






Brevemente este sling irá em tour pelo nosso país!
Fica de olho aqui no blog e na nossa página de facebook para seres dos primeiros a inscrever-te para testar este sling!




For a long time, I wasn't a big fan of ring slings...

Don't get me wrong, I used it a lot in the first few months but as soon as the kid got over the 9 kg barrier, it became somehow unconfortable (the one shoulder support, with two herniated disks, wasn't very posture friendly for me).

I've used and tried several things but above everything I've used, a handowoven Bonny Baby ring sling left a mark (lent by a very generous friend). That sling gave me hope of one day finding something confortable ad supportive enough to carry my undecided baby, that barely asked to go up and is already asking to go down.

Recently I've received a ring sling from 1bigo and that's pretty much all i've been able to use.
It's so cool and airy, resistent and practical that the wrapaholic in me is starting to think about selling one or two wraps and get  two "proper" ring slings.

This one is a double faced 100% linen woven sling, with 0,75m width per 1,90m of length from the rings (size L) seams to the shorter taper. It has a gathered shoulder, which I prefer, but a pleated shoulder would also work very well.

With these hot days, we like hip carries better, where our body contact is smaller and the bodies position itself allows a better and bigger air flow, but two bodies close together will get warm and there is pretty much nothing you can do about that.

This is our favourite carry with a ring sling.

Soon this sling will be on tour around Portugal.
Keep an eye on the blog and on our facebook page to get to be the one of the first to apply to be a tester for this sling!

10/06/2016

O maior susto da minha vida! | The fright of my life!

Esta semana apanhei o maior susto da minha vida!

Segunda feira passada a pequena E. acordou com febre. Tudo normal como sabemos que é nos nossos pequenos. Mais carente como é normal, a pedir colo e maminha, tudo que a confortasse.
Os cuidados foram os habituais nestas alturas, vigiar a febre, hidratar, e muito colo!

Depois de um banho de água tépida e uma dose de paracetamol (as temperaturas estavam a rondar facilmente os 39º), a pequena almoçou bem disposta e adormeceu.
Eu mantive-me por perto, como faço questão sempre que ela está doente, e fui vigiando a temperatura.
Mas do nada, sem conseguir antecipar, a E. teve pela primeira vez na vida convulsões febris. Posso dizer que foi um momento de terror, eu sozinha com ela, a vê-la roxa e a tremer enquanto revirava os olhos, foi verdadeiramente assustador. Nunca tinha passado por isso e não sabia o que fazer, mas a minha reacção imediata foi tentar arrefece-la com um pano molhado e ligar para o 112.
Agora já sabemos:
  • em primeiro lugar, devemos evitar ao máximo que a temperatura suba exageradamente, usando métodos de arrefecimento natural como passar panos molhados com água tépida sobre o corpo despido. E claro, paracetamol se a temperatura subir muito;
  • quando não conseguimos evitar o inicio da crise, a primeira coisa a fazer é Não entrar em pânico! É bem difícil, eu sei... mas é essencial para agirmos de maneira correcta;
  • deitar a criança de lado num local seguro para que não se possa magoar enquanto estremece;
  • é importante tomar nota de quanto tempo dura a convulsão (é uma das primeiras perguntas que nos fazem);
  • se é a primeira crise, ligar para o 112 e levar a criança para um serviço de urgência;
  • depois da primeira vez, já voltamos para casa munidos de um medicamento que ajuda a parar a convulsão. Ainda assim, é importante que ela seja vista por um médico depois de uma crise. 
O principal é mesmo não entrar em pânico, mas eu confesso que entrei...

Fizemos a nossa primeira viagem de ambulância, e a nossa primeira ida às urgências hospitalares. Foi também a primeira "dormida" no hospital de onde só saímos 24h depois.
Foram uns dias de muitas estreias, muitos exames, muito stress, cansaço, muito colo, muita mama, muito palpite desnecessário sobre amamentação prolongada. Mas estamos finalmente em casa a recuperar devagarinho.
a bonecada gostou muito do berço do hospital, já a E. preferiu o colo

E onde esteve o Babywearing nestes dias?
Babywearing houve muito durante este tempo, mas mais a braços.
Com estes dias de calor e a necessidade de regular a temperatura corporal, o pele a pele foi essencial. O nosso corpo é sábio e adapta-se para cuidar dos nossos filhotes.
É importante não vestir muita roupa, por aqui não vestimos mesmo nenhuma, e caso seja mesmo necessário transportá-los com um porta bebés, o ideal é que seja um fresco, de material leve, e de preferência com só uma camada de tecido.
Cá em casa a solução nos trajectos de curta distância em que foi necessário um apoio aos braços, usamos um sling de argolas Littlefrog, com mistura de linho, que só por si é mais fresco, mais leve e também mais prático. 

E a vida de mãe e pai também é isto, apanhar grandes sustos, perder a calma, entrar em pânico, e recuperar... tudo isso com muito amor, muito colo, com babywearing puro ou ao "natural", mas sempre presentes quando eles mais precisam.


This week I had the fright of my life!

Last Monday, little E. woke up with fever. Nothing very unusual for those who have kids. More needy, asking to be held and breastfed, seeking for comfort. 
I did the usual, monitoring the body temperature, hydrate and hold her all the time!

After a tepid bath and paracetamol (she was 39ºC), she had lunch and then fell asleep.
I kept close, as I always do when she gets sick, to monitor her temperature.
Out of the blue, without any previous sign, E. started convulsing with the fever. I can only say those were moments of horror. Me, alone with her, watching her turn purple, shaking and turning her eyes around. It was really scary! I had never gone through anything like that, I didn't know what to do. My immediate reaction was trying to cool her down with wet cloths and call 911.

Now we know:
  • first we must avoid the temperature from going up to much, using natural methods of cooling down. We must use wet tepid cloths over the undressed body. And, of course, give paracetamol if the temperature goes way up;
  • if we can't avoid the beginning of the crisis  the first thing to do is NOT to panic! quite hard, I know... but fundamental to think and act the right way;
  • lay the child on the side in a safe place so she doesn't get hurt;
  • it's important to take note of how long the convulsion lasts (it's one of the first questions they ask);
  • if it's the  first crisis, call 911 and take the child into emergency services;
  • after the first time we came back home with a medicine to help stop convulsions. yet, it's important that she gets examined by a doctor later.
The main thing is not to panic, but I confess... I did...

We were in an ambulance and in the emergency room for the first time. It was also out first "sleep over" in a hospital, as we had to stay there for 24h.
There were a lot of firsts, many exams, a lot of stress, tiredness. She was carried and breastfed a lot. And I heard a lot of unnecessary stuff about extended breastfeeding... But we are finally at home, slowly recovering.

Where was babywearing these days?
There was a lot, but mostly using my arms.
It has been quite hot and we did a lot of skin in skin to regulate body temperature. Our body is wise and adapts to take care of our children.
It's important not to overdress, we just had no clothes on, and incase we really need to carry them in a baby carrier, it should be as fresh as possible, made of a light material, and using one layer of fabric.
We have been using our Little Frog ring sling, with linen, which is fresher, lighter and practical. 

Being a mother and a father is taking frights, lose control, panicking, and to recover from all of it... all with tons of love, holding them, with babywearing, but always there when they need. 

09/06/2016

ExpoKids

Este fim de semana ( dias 11 e 12 de Junho) vamos estar na ExpoKids na Biblioteca Municipal do Peso da Régua. 

Estaremos a vender várias marcas nacionais: Leva-me contigo, Mamã Natureza, 1bigo e Cukuru

Os horários da feira são: 

  • Sábado: 10:30 - 23:00
  • Domingo: 10:30 - 19:00

No Sábado à noite está marcado um desfile com os vários produtos encontrados no evento dedicado aos mais novos. 
No Domingo por volta das 11:00 faremos uma pequena apresentação sobre o babywearing e sobre os vários porta bebés que teremos disponíveis no evento. 

Aparece e descobre qual o porta bebé indicado para vocês. No local estará sempre uma consultora disponível para ajudar na escolha. 



08/06/2016

Olha o vício | What an addiction

Sempre sonhei ser mãe. Mas sempre que sonhava não imaginava as dificuldades que teria. Não me refiro às dificuldades do cansaço, falta de tempo, etc. Para mim o mais difícil na maternidade são as outras pessoas.
Toda a gente sabe sempre tudo! Como dar de comer, quando dar de comer, como dar a volta a 7 fontes, como não mimar demais, como não dar colo. Eu, e acredito que muitas de vós, passamos por tudo isto. E nos primeiros dias, principalmente quando se é mãe de 1ª viagem, tudo se transforma em coisas do tamanho de montanhas.
Mas eu sempre quis ser mãe que dá muito colo e mimo e por isso os carrinhos não me satisfazem. Assim, iniciei a minha busca por um meio de transporte que me permitisse ter o meu bebé ao pé de mim e não a um metro de distância. Foi quando descobri o pouch sling. Comprei-o quando o meu bebé tinha um mês. Ainda o usei algumas vezes. Mas descobri depois que não era adequado. Usei-o mais tarde quando ele já se sentava.


Só mais tarde é que descobri os panos através da Cláudia e apaixonei-me. E aqui está o meu primeiro pano, um Little Frog Linen Beryl, tamanho 7. Ainda o tenho, mas arrependi-me de o ter comprado tão grande. Para começar não foi a melhor escolha.





I have always wanted to become a mother. But I wasn't aware it could be so difficult. But the difficults I felt weren't just being tired, lack of time, ... For me the most difficult about being a mother is having to deal with other people. Everybody seems to always know better that us. How to feed, when to feed, how not to spoil, how not to carry. I, and most of you I believe, have came through this. And in those first days everything becomes huge, specially when you're a first timer. And I have always wanted to be the mother who carries, and strollers aren't for me. So I began my research for a carrying way which allowed me to keep my baby close to me. And that's when I found the pouch sling. I bought it when my baby was one month old and used a couple of times. Mas I found out it wasn't adequate. I used it later, when my baby already sat.

I only found wraps later, through Cláudia, and fell in love. This is my first woven, a Little Frog Linen Beryl, size 7. I still have it but it's too big. It wasn't the best choice to start with.    

07/06/2016

Porte do Mês... FWCC | Carry of the Month... FWCC

O primeiro Porte do mês do nosso Blogue não podia deixar de ser este. E porquê? Porque este é também o primeiro porte que a grande maioria dos fãs de panos aprende.


Cá por casa foi também o nosso primeiro. Durante muito tempo na versão pré-amarrada, característica dos panos elásticos, e durante muito tempo na versão clássica quando aderimos aos panos não elásticos.



Mas vamos ao que interessa FWCC (front wrap cross carry), é um "dos básicos", um porte para carregar o bebé à frente e significa que cruzamos o tecido à frente na amarração.

Foi um dos favoritos durante muito tempo, principalmente porque a minha pequena sempre adorou andar "na barriguinha" (como ela própria diz), e vou dizer-vos quais as vantagens e desvantagens que eu encontro. 


Vantagens:
É um excelente porte para usar desde o nascimento (com uma camada apenas). Oferece bastante suporte ao carregador pois cruza nas nossas costas.É bom no Verão, com uma só camada, passando o tecido lateralmente ao corpo do bebé. E é perfeito no Inverno, abrindo as duas "alças" e oferecendo mais suporte e aconchego ao corpo da criança.
Perfeito para bebés cansados, que querem dormir ou mamar no pano (ou ambas).

Desvantagens:
Os bebés crescem depressa de mais, como todas percebemos ou vamos perceber. E este é um porte não tão prático para as caminhadas com bebés crescidos. Aliás, qualquer porte na frente tem essa desvantagem. A determinada altura temos que os passar para as costas pois a nossa visão fica limitada.
É um porte principalmente para panos mais longos. Para mim, o ideal será com um pano tamanho 5 ou 6. Também é possível fazer com um tamanho 3 longo, mas amarrado debaixo do rabiosque, não permitindo deste modo espalhar camadas.





The first carry of the month in our blog had to be this one. Why? Because this is usually the first carry we learn when we babywear with a wrap.

This was my first carry. For a long time pre tied, for elastic wraps, and then with wovens.

Heading to what matters. FWCC (front wrap cross carry), is a basic, a front carry in which we cross the fabric.
This was one of my favorites for so long, specially because my baby always loved being carried "on the tummy" (as she says). And now the advantages and disadvantages.


Advantages:
It's an excellent carry to do since newborn, but in this case with only one layer. Gives good support as it crosses on the back of the carrier.It's good in summer, with one layer, getting the fabric on the sides of the baby's body. It's perfect in winter, opening the two "wings", giving more support and layers. It's perfect for tired babies, who want to sleep or be breastfed (or both).


Disadvantages:
One thing is for sure: babies grow up to fast. This is not a practical carry for bigger babies. Actually any front carry has that disadvantage. At a certain point we must carry our babies on the back. This is a carry for longer wraps. For me, the ideal size for this carry will be a 5 or a 6. It is also possible to do with a long 3, but tied under the buttocks, not allowing layers.